1) O lugar é lindo, mas deve ser visitado fora dos feriados prolongados, pois senão fica apinhado de gente, e a intenção de ir ao Canyon seria reflexão e solidão (não?).
2) Tudo nos EUA é preparado cuidadosamente, como aqueles pacotes de comidas prontos. Você recebe mapas, todas as trilhas são marcadas, obviamente existem muitos
lugares que vendem souvenirs, comida e outras quinquilharias. É impressionante como transformaram o Grand Canyon em uma indústria. Se você quiser experimentar
estar no Canyon como os antigos descobridores, basta descer o Canyon em mulas alugadas… Ainda bem que metade Norte do Canyon é area de preservação e você
pode explorar “at your own risk” (segundo meu panfletinho).
3) Incidente com brasileiros. Eu e meu amigo André descemos uma pedra do Canyon e estávamos contemplando a beleza natural do local. Na volta, meu amigo observou uma beleza natural perto, e urrou alto: Ram, fala sério cara, olha só que gatinha, gatinha ! E de longe ouvimos a resposta: “Ela é minha esposa cara! My wife!”. Sem pudor, o André respondeu: “Pô tu é um cara de sorte!”. Saimos correndo para não sermos jogados Canyon abaixo.
4) Para comer, sem dúvida no Market Café. Peça um sanduíche destes de Delicatessen, e você será atendido pela lindíssima Monika, da Lituânia (segundo o cracházinho dela). Além de ser linda e simpática, ela tem um dos sorrisos mais marcantes que já presenciei. Só não tirei foto porque meus amigos imploraram para evitar confusão. Ainda voltei lá antes de ir embora para tomar um café, e sonhar em pedi-la em casamento. Estava indo mesmo para Vegas dali. Ah, Monika deixa saudades, tal qual a vista dos Angels Trail lá no Canyon. A comida é boa, mas um pouco cara.