De umas em umas
Ouvi hoje de um senhor iluminadíssimo que conheci:
“Quando fui professor de psicologia de comportamento fiz um experimento para meus alunos. Coloquei uma barracuda em um tanque com água. Deixei ela se aclimatar e marcar o território no tanque todo. Barracudas adoram tainhas. Elas deixam de comer qualquer coisa para ir atrás de uma tainhazinha. Então coloquei um cristal bem claro fazendo uma divisória no tanque. Coloquei a tainha do outro lado do cristal. A barracuda viu, sentiu o cheiro, e foi vorazmente atrás da tainha que estava no seu território. Bateu com a cabeça no vidro que os separava. Repetiu isso várias vezes até que desistiu. A dor, o cansaço fizeram desistir. Ficou rodeando em círculos o espaço em que estava confinado. No fim da palestra, perguntei os alunos, e se agora tirar a divisória, o que acontece? A maioria respondeu, como se espera que a barracuda comeria a tainha. Tiramos a divisoria e a barracuda não se atraveu a passar pelo lugar onde a divisória aparentava estar. Continuou circulando a área confinada (imaginária). Não comeu a tainha.
Pois assim é o controle da nossa mente, especialmente quando somos intensamente mentais, sobre a nossa percepção de mundo. A mente até certo ponto controla nossas percepções de mundo, processa as informações que adquirimos. Ela também gera os obstáculos que observamos. Como uma divisória inexistente. A partir desse momento essa mesma mente é como a barracuda que não consegue fugir de um espaço em que ela se confinou. A mente reluta, cansada, insolente. O controle de nossos anseios mentais, e nossas racionalizações e mentalizações é essencial para se viver com paz. Como sei qual dos modos da mente está em ação? Se é o modo austero ou o modo limitante? Por exemplo, estudar para uma prova com disciplina certamente é o modo austero, enquanto que fugir dos estudos para se alimentar ou descansar, mesmo contra nossa “vontade”, é a mente como limitação. O homem que controla sua mente é esclarecido (sua mente o serve). O homem que se deixa controlar por sua mente é ignorante, confuso, cansado, triste (é servo de sua mente).”
Ouvi hoje de um senhor iluminadíssimo que conheci:
“Quando fui professor de psicologia de comportamento fiz um experimento para meus alunos. Coloquei uma barracuda em um tanque com água. Deixei ela se aclimatar e marcar o território no tanque todo. Barracudas adoram tainhas. Elas deixam de comer qualquer coisa para ir atrás de uma tainhazinha. Então coloquei um cristal bem claro fazendo uma divisória no tanque. Coloquei a tainha do outro lado do cristal. A barracuda viu, sentiu o cheiro, e foi vorazmente atrás da tainha que estava no seu território. Bateu com a cabeça no vidro que os separava. Repetiu isso várias vezes até que desistiu. A dor, o cansaço fizeram desistir. Ficou rodeando em círculos o espaço em que estava confinado. No fim da palestra, perguntei os alunos, e se agora tirar a divisória, o que acontece? A maioria respondeu, como se espera que a barracuda comeria a tainha. Tiramos a divisoria e a barracuda não se atraveu a passar pelo lugar onde a divisória aparentava estar. Continuou circulando a área confinada (imaginária). Não comeu a tainha.
Pois assim é o controle da nossa mente, especialmente quando somos intensamente mentais, sobre a nossa percepção de mundo. A mente até certo ponto controla nossas percepções de mundo, processa as informações que adquirimos. Ela também gera os obstáculos que observamos. Como uma divisória inexistente. A partir desse momento essa mesma mente é como a barracuda que não consegue fugir de um espaço em que ela se confinou. A mente reluta, cansada, insolente. O controle de nossos anseios mentais, e nossas racionalizações e mentalizações é essencial para se viver com paz. Como sei qual dos modos da mente está em ação? Se é o modo austero ou o modo limitante? Por exemplo, estudar para uma prova com disciplina certamente é o modo austero, enquanto que fugir dos estudos para se alimentar ou descansar, mesmo contra nossa “vontade”, é a mente como limitação. O homem que controla sua mente é esclarecido (sua mente o serve). O homem que se deixa controlar por sua mente é ignorante, confuso, cansado, triste (é servo de sua mente).”