Pronto. Agora sim o semestre começou. Meu quarto está ficando entrópico. Estou cheio de deveres de casa para fazer. O estresse está virando a esquina. O mau humor se instaura no seu devido lugar no conselho psicológico. E seres esquisitos começam a povoar o meu cotidiano. Esquisitos não. Muito esquisitos.
Esquisitos assim. Como o professor de otimização, que praticamente me pegou pela gola da camisa e ameaçou em um polaco-franglês: “Thisss classs ise serrriooouss. It is forr serrriouss students. You willl have to work haaard. I willll only teeachee you picturrress on my book forrrr a couple hours. You work. Work. Work !”. Tudo para dizer que ele já era aposentado e a aula era um favor para os dois loucos que queriamo aprender teoria de otimização convexa este semestre. Este professor é famoso, porque além de ser famoso, aparentemente levava seus colegas para fazer travessias de coisas como os Alpes durante o inverno. Depois de assustar, assoprou rindo bastante e explicando convergência em espaços de Hilbert.
Precisa dizer que não entendi noni-noni?
Esquisitos assado. Fui lá assistir a uma aula do famigerado brasilianista AlfCésar, o mesmo da barrinha ao lado. Confirmei minhas suspeitas que realmente é muito melhor frequentar o Dwinelle, do que o Cory. Pena que ainda goste mais de apanhar em Probabilidade do que em Literatura Comparada.
Muito estranho. Muito.