Outro dia, conversando com o LEM, tentamos relembras as 7 maravilhas do mundo. Depois, pesquisando na internet (aka Google), descobri que existem várias listas de “7 maravilhas”. Vejam aqui a variedade. Em nenhum dos casos, a Grande Muralha da China, o Taj Mahal e o Farol de Alexandria caem na mesma listinha. Até porque na época antiga as maravilhas se concentravam em raios bem menores ao redor do intelectual-fazedor-de-listinha.
No listão de variedades, o Brasil entra com a Baía de Guanabara, Foz do Iguaçu e Itaipú. Eu incluiria também, o encontro das águas no Rio Amazonas e talvez o Pantanal e a Floresta da Tijuca. Na minha lista particular, e bem controversa, incluo o Rio Sucuri, a praia de Lopes Mendes, as dunas de Natal, o Jardim Botânico, Sítio Burle Max, o centro do Rio de Janeiro, os 7 grandes templos do Tamil Nadu, Central Park, as cavernas de Carlsbad, as piscinas e cachoeiras minerais de Austin, as águas quentes de São Lourenço, a praia de Ipanema e a orla de Copacabana, Marina beach em Chennai, as formações de pedra sabão em Minas, a praça da Apoteose, a Brigadeiro Faria Lima, o harbor de Nova Orleans, as catedrais de St. John Divine, Notre Dame e Nossa Senhora de Aparecida, o terraço do meu apartamento, o Arpoador, o Corcovado e o Pão de Açucar e as ondas de Saquarema. Já ia esquecendo a vista de Nova Iorque a partir de Nova Jérsei, a Bay Bridge, o campus da Rice University, Stanford e Berkeley, o Getty Center em Los Angeles, e a paisagem na Highway 1, e no Novo México.
Existem outras listas de maravilhas do mundo, inclusive das lindinhas mais maravilhosas (lista na qual, novamente o Brasil jamais faria feio). Mas esta eu deixo para outra hora…