Num feriado em que acabei ficando doente, e em casa, a melhor opção foi assistir a alguns filmes no DVD. Não que seja grande fã de cinema, mas com dor de cabeça, e outras dores mais não existe possibilidade de se fazer outra coisa… Se bem que, para minha surpresa, assisti a dois bons filmes:
Maria Full of Grace: a estória de uma “mula” (pessoa que carrega drogas no estômago, para os EUA). O filme é bem contado, com diálogos curtos e cinegrafia simples. Mas o que vale mesmo o ingresso, é ver a atriz que faz Maria, que, além de charmosa, arrebenta no papel principal. O filme é emocionante, ainda mais se você ja morou perto da fronteira do México, como Austin era.
Garden State: estória meio louca, boa trilha sonora, uma espécie de sessão da tarde modernosa. Legal, apesar dos anseios lacrimejantes do filme. Vale também por ser um filme feito com baixo orçamento, apesar da presença de Natalie Portman. Falando nisso, ela e o novato ator/diretor do papel principal, fazem boas atuações. E mesmo que não o fizessem, o filme vale por pequenos momentos… Ia contar, mas acho que estraga a estória.
Como vocês podem ver, nada muito interessante. Já faz um bom tempo que não assisto a um filme que me pareceu uma grande novidade. Pode ser excesso de exigência, ou excesso de cinema… Ou talvez, o excesso de referências está afetando o próprio cinema… Coisa a se pensar.