INTERVENÇÃO JÁ?!

Se você já cansou da política de Brasília, já cansou de ler no noticiário declarações do José “Espião de Cuba” Alencar, já cansou da acomodação e tapinha nas costas dos “formadores de opinião” do seu país, então está na hora de pedir intervenção já! Aproveite a viagem de Donald Rumsfeld, o detestado secretário de defesa norte-americano e partcipante do Big Brothel Brasil, que está de férias no Brasil visitando a Amazonia, jogando bola com o líder Squid, e trocando um plá com o enviado especial de Cuba no Brasil, Zeca Dirceu. Se ambos (donnie e zeca) são detestáveis, ao menos um tem o poder que imagina ter.

Política brasileira só tem uma solução: intervenção! Chega de fingir que está tudo bem, que “Lula” é uma benção para democracia no Brasil, que “Farcs”, “Dirceus”, “Fideis”, “Fome Zero”, “Pobreza” são conceitos levados a sério pelos nossos deputados, senadores, ministros, e outros beneficiários de salários de 10 mil reais, mais casa, 4 passagens de avião por mês, 39 mil reais por mês para assessores, gabinete, secretária particular e a babação de ovo dos medrosos intelecutais nacionais, que sabem que se não se pendurarem no rabo destes senhores, serão somente um grande zero a esquerda, a direita e ao centro.

O Brasil parece sofrer hoje, do mesmo mal que a Índia sofria uns vinte anos atrás, quando o importante era ser exemplo para o mundo. Na Índia diziam, vamos ser exemplo para o mundo, e levar a questão da Cashemira para ONU. Vamos ser exemplo para Europa, e defender com ardor idéias socialistas. E coisas assim. Até que um dia, todo mundo se cansou. Os jovens mais ambiciosos vieram para a América de Glória Perez, e de cara entenderam o que os posers do mundo inteiro não conseguem entender: não importa a opinião que os outros tem sobre o seu país, e ainda mais, não ainda se importar como o país está na escala da “dor de cotovelo da esquerda com os pobres coitados” se não houverem oportunidades e desenvolvimento. Resolveram abordar a transformação do país de uma maneira diferente, e de acordo com as tradições e costumes indianos.

O que mudou por lá? Políticos em sua maioria são corruptos, mas os oficiais que tomam decisões em áreas técnicas são razoavelmente competentes. O sistema educacional que mostrava sinais de declínio foi o primeiro a se beneficiar de uma injeção de capital privado, com universidades públicas independentes e uma multiplicação de universidades particulares. Na área agrícola, o próprio governo teve interesse em investir melhor o parco dinheiro que tinha, afinal era a maneira de garantir votos. E na área internacional, o país entendeu que nenhum país do mundo é um grande aliado ou um grande inimigo. Todos países são interesseiros, vide o que a ONU causou na Cashemira (ignorou a situação), quando a Índia levou a situação para este orgão depois de derrotar o exército paquistanês.

Por fim, uma outra coisa mudou também: a mentalidade do indiano hoje está mais de acordo com a tradição do país. Lá uma pessoa ignorante, é compreendida como uma pessoa ignorante. Um cara despreparado, é um cara despreparado. Uma pessoa inteligente pode ser pobre ou rica. Uma pessoa ignorante raramente consegue mudar sua própria situação. E um homem que chega ao poder pode ser inteligente, esperto, e até preparado, mas o que importa mesmo são os resultados do que ele fez quando esteve por lá. Acabou essa estória do “ao menos representa bla bla bla bla”. Incompetência é incompetência, e só quando os indianos aceitaram assumir isto é que o país mudou.

O indiano tem uma grande tolerância para levar porradas de sua auto-crítica. Isso parece que ajuda quando as coisas não estão indo como previsto. Talvez esta coisa da auto-crítica esteja em baixa no Brasil… Ainda mais na era do Big Brother Brasil. Ao menos então, Jean - o intelectual - para presidente!

Leave a Reply