PAU NO FREUDOLINO

A maioria das pessoas que eu conheço que fez análise me parece resignada, ao invés de funcional. Algumas delas se tornam neuróticas e outras mais deprimidas do que quando iniciaram. Os terapeutas sempre oferecem a desculpa que um pouco mais de consultas, alguns antidepressivos a mais e a situação melhora. Infelizmente, o antidepressivo é uma solução temporária, porque quanto mais se toma, menos efeito faz, afinal os pensamentos e idéias que induzem a depressão e confusão mental são como bactérias: na presença constante de um antibiótico, uma geração mais forte aparece.

Mas o que esperar da pisicoanálise quando ela não oferece atividades para modificar os pensamentos da mente? Eu diria até que é um pouco pior. Como confiar em idéias que originaram de um homem infeliz e frustrado que analisou um bando de malucos? Analisar loucos para concluir como pensam pessoas saudáveis é para lá de duvidoso. Menos estável ainda é confiar a sua saude mental, nas idéias de um homem que foi incapaz de compreender suas próprias dificuldades e saúde mental…

Eu mesmo não sou exemplo para nada. Mas uma coisa eu aprendi nestes anos estudando em boas universidades, e conhecendo pessoas que atingiram excelência em suas áreas: aprenda com os melhores, mesmo que você mesmo não seja um; Os melhores são aqueles capaz de ensinar a arte, e de aplica-la com eficiência. Um exemplo, meu professor de probabilidade. Além de entender probabilidade teóricamente, ele é um bom professor, e o melhor, é capaz de aplicar teoria da probabilidade nas mais diversas situações.

Talvez a psicoanálise possa ser o início do caminho, mas me parece que a sociedade que esta arte gerou é paranóica, incompreendida e solitária. Exatamente como o pai da arte. Talvez um bom complemento para psicanálise sejam esportes, aprender alguma arte ou instrumento musical, viagens, meditação e ler e compartilhar a vida de pessoas diferentes e contentes. Uma espécie de choque de experiências!

PS: Existem muitas coisas além da mente.

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