NÃO ENGULO MST

Garotinhos e garotinhas, eu já estive em Campo Grande, MS duas vezes, e em ambas vi-passei por, estive - em acampamentos do MST. Não se planta nada. Não se produz nada. Pior, se vende as terras, depois de invadir e toma-las de donos de pequenas fazendas que não tem como se defender da violência armada do MST. Os donos de terras que contratam seguranças e capangas nada sofrem. Pois é. Este é o covarde movimento MST que toma de quem construiu por seu sangue e suor, em nome de um “suposto direito”. Ainda se apoiam em pregações distorcidas das mensagens de Jesus para apoiar o terrorismo que praticam. Pera aí, não foi Jesus que demonstrou com sua vida que o respeito pelo que é dos outros é o mais importante, e que justamente na vida a coisa material e pouco necessária? Nunca vi ele pregar invasões e “tomadas de terra”, ainda mais do jeito MST de ser…

José Rainha, que anda com capangas armados, deveria estar na cadeia. Enquanto isso, discutimos se os fazendeiros que contratam capangas para defender suas próprias propriedades deveriam ir presos… É degradante. Quanto aos trabalhadores rurais, estes continuam sem voz, amarrados entre continuar uma vida ignorante, sem recursos, em que a única voz que catequiza reafirma assistencialismo governamental, ou enfrentar sem apoio alguns fazendeiros que distorcem o que significa ser trabalhador rural…

Enquanto isso, no congresso nacional, deputados petistas cospem números: 1% de pessoas são donos da maioria das terras, bla,bla,bla. Mas isto é natural ze-ruela. Primeiro, duvido que a concentração seja essa. Mas admitindo que seja, é natural. A terra gera pouco dinheiro. Para se tirar uma grana decente quando se planta algo, ainda mais na economia instável brasileira, você tem que ter muita terra e muita máquina. Qualquer zé peão sabe disso. Inclusive alguns que se reeducaram e viraram eco-guias em Bonito, e me explicaram muitas coisas sobre agricultura, cultivo, como ganhar dinheiro com isso, e porque vale pouco a pena…

Pena que a retórica do flagelado ainda prevalece nos centros urbanos brasileiros. Talvez seja a hora do jovem de cidade grande ir visitar os espaços rurais sem preconceito, e sem aquela necessidade babaca de querer ser assistencialista o tempo todo. Gente como o Eduardo, de Bonito, MS, só quer acesso a oportunidades de se educar, para ganhar dinheiro trabalhando como todo mundo. Eduardo, por exemplo, já está há um tempão buscando crédito para um dia abrir seu próprio escritório de eco-turismo. Já tem os planos, falta a grana porque o crédito anda péssimo… Porque? Ora, porque a justiça é lerda, e os inadimplentes sobrevivem, e por consequência o crédito é ruim…

Somos um país comunista há decadas, e ninguém se dá conta. Se fosse capitalista, Eduardo seria feliz, e as aberrações do PT e do P-Sol seriam mandadas de volta ao Zoo.

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