FIM MÍNIMO

A questão do fim do “No Mínimo” que incita muitas discussões na internetosfera brasileira é simples: como ganhar dinheiro sem cobrar dinheiro. Pois é, um site gratuito, com medalhões custa caro. Mas sem patrocínio, como sobreviver? O problema é que boa parte da publicidade da mídia é feita pelo gobierno, que não tem muito interesse nem appeal para investir na mídia online… Será que o Lulla ainda quer convencer meia dúzia de ricaços a votar nele?

Existe uma carência muito grande no Brasil em tudo ligado a conhecimento. Enquanto formarmos androides nas escolas, ao invés de pessoas capazes de analisar e compreender, não haverá necessidade para jornalismo de espécie alguma, muito menos uma enorme quantidade de publicações online que atende a um público bastante restrito, que gasta pouco naquilo que acredita… Quantas pessoas estariam dispostas a gastar do seus bolsos para sustentar o No Minimo, se o lêem com frequência?

Não precisamos de muita discussão no nosso país não. Precisamos fazer as coisas…

2 Responses to “FIM MÍNIMO”

  1. Franz Says:

    Concordo. O problema é que ninguém tem disposição para fazer nada. Os que ousam arregaçar as mangas levam um soco porque os outros já pensam que é briga.

  2. Ram Says:

    Brazzzil e pais de classes C, D e E, basta conversar com os bons empresarios atuais para ver isso. Quer fazer bastante dinheiro, crie produtos para eles…

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